sábado, 3 de julho de 2010

A VITÓRIA DA EFICIÊNCIA ALEMÃ


A Alemanha venceu a Argentina por quatro a zero. Sempre candidata ao título pela força da sua história, a seleção alemã mostra nesta Copa a habitual eficiência com uma habilidade jamais vista.
O gol aos dois minutos foi essencial para que o time de Joachim Löw fizesse o jogo como queria. Com o maestro Schweinsteiger comandando o meio de campo tudo saiu tranqüilo para a Alemanha. Ainda mais com um jogo perfeito da zaga, graças a Friedrich e Metersacker.
A Argentina não teve meio de campo, Dí Maria e Maxi Rodrigues abriam demais. Messi marcado sempre por dois adversário ficou inoperante. Híguain isolado.
A zaga portenha é uma peneira. E sem Samuel tudo piorou. Demichelis e Burdisso não marcam bem. E Otamendi é muito fraco. Este deve ser o Filipe Melo deles. Errou no primeiro gol, fazendo a falta e não marcando Müller, e no terceiro.
Maradona errou. Faltou Verón o meio para ajudar Messi fazer a bola chegar ao ataque. Pibe errou também em deixar Schweinsteiger livre. O volante alemão marcou e armou o jogo. Faltou um Schweinsteiger na Argentina. A tentativa de imitar o esquema do Barcelona falhou por que Dí Maria e Maxi não jogam como Iniesta e Xavi. E faltaram laterais apoiando, como o no Barça, para abrir o jogo.
Os hermanos jogaram com a cabeça erguida. Falharam em dar os contra-ataques que Schweinsteiger e companhia queriam. E isso foi fatal e Klose não perdoou dois gols, para se tornar o maior artilheiro alemão na história das Copas.
A Argentina de Messi e Maradona vai para casa. Eliminada pela seleção sensação da Copa. A Alemanha trouxe ao mundial um futebol compacto, habilidoso e veloz. E hoje se consolidou como o principal candidato ao título.
Que se cuide Espanha, Uruguai, Holanda ou Paraguai, pois, a tradicional e eficiente Alemanha está imbatível. Com marcação precisa, saída de bola precisa e contra-ataque fulminante, além do matador Klose na busca de ser o maior artilheiro das Copas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário