sexta-feira, 11 de junho de 2010

palpiteiro jogos de 12/06

Córeia do Sul 1 x 0 Grécia
Argentina 2 x 0 Nigéria
Inglaterra 3 x 2 EUA

Muito nome pouco futebol


França e Uruguai chegaram a Copa-10 por vias intermediarias. São dois campeões mundiais sem brilho. A França tem jogadores respeitados mundialmente, mas, não é um time. E seu técnico – o “estrategista” Domenech – é horrível. Até que tenta colocar a França para frente. E vontade não falta aparentemente para ele. Só que Ribéry aberto pela esquerda mata as subidas de Evra, Henry no banco para Anelka é daquelas coisas que só alguém como Domenech entende. E Benzema ficar fora para Cissé. Assim França não vai chegar a lugar nenhum assim.

O Uruguai tem uma boa defesa e Forlán no ataque... E um Forlán sozinho não faz verão, quer dizer, leva time para outra fase.

O palpiteiro:

Tinha marcado um a um. E esperava um jogo como foi chato e mascado, muitas faltas (o que nem foi tanto) e passes errados. Errei no placar mais acertei o resultado. Ganhei um ponto vai.

PS: a França e um sentimento de déjà vu... Copa-02... Será?

O peso da estréia


Uma copa histórica antes de a bola rolar, a esperança de uma multidão e um time querendo mostrar sua qualidade. Essas são os componentes do primeiro jogo da copa de 2010.


No primeiro tempo o México pecou por querer mostrar toda sua técnica. Passes de mais e chutes de menos. O bom ataque formado pelo “quase” brasileiro Giovanni, Vela e Franco foi inexpressível. E a zaga se mostrou lenta e sem proteção para os contra-ataques adversários. E mais uma vez o México leva para uma copa um goleiro pequeno e fanfarrão. Ponto fraco que poderá por a vaga nas oitavas em cheque.

Meio Joel meio Parreira

Os bafanas bafanas começaram o jogo com todo o peso de ser um time limitado que leva o País nas costas. E os quinze minutos iniciais de pressão mexicana foi assustador para os torcedores sul-africanos. O tempo passa e o time mostra seu futebol globalizado. A super-retranca de contar-ataques rápidos de Joel Santana foi trocada pelas duas linhas de quatro e posse de bola de Parreira. Não foi uma coisa nem outra. Quando jogaram na forma despretensiosa e veloz costumeiras do futebol africano os Bafanas acertaram. Gol de Tshabalala. Depois ótima troca de passes do time sul-africano.


Mais se quiser ir adiante a África do Sul tem que morder mais e voltar a jogar um pouco mais como os africanos. Ataque rápido e habilidade na ponta dos pés. A defesa é fraca e Parreira parece saber disso, por isso o jogo em linha. Mais sem atacar não se pode vencer. E em linha uma hora um zagueiro erra e cai por água abaixo todo o jogo. Que o diga Rafa Marquez.

Ao México fica a lição de ser mais incisivo para chegar onde (e pode) se quer. Pelo menos quartas de final. Aos Bafanas Bafanas que não devem ter medo de ninguém... E o apoio da torcida só será proveitoso quando pressionarem os adversários.

O palpiteiro:

Como um verdadeiro gato mestre... Errei o primeiro palpite. Acreditava na superioridade mexicana. Mas, o México como qualquer time favorito acreditava que venceria na hora que quisesse. Um erro, como sempre, e só começou a jogar mais em favor do gol depois de levar um. Passes demais sem chutes bem direcionados não mostram a qualidade de um time. Rafa Marquez, do Barcelona, deveria ensinar isso aos seus amigos.

É o peso da estréia que nos dois lados que fez o jogo terminar empatado. Estréia de vários jogadores em uma Copa, responsabilidade de levar os sentimentos de um País, o famoso medo de perder. É famoso peso de uma Copa do Mundo... Ainda acredito na classificação do México. Apesar dos pesares.


Palpite para França e Uruguai... Um a um.

As vuvuzelas vão ecoar

Abertura da Copa do Mundo de 2010 foi emocionante. Não pelos shows e sim pela representação. Foi mais uma vitória de Nelson Mandela em vida. Mandiba representa a unificação de um País, o orgulho dos negros e consciência dos braços sul-africanos.

Mesmo estando debilitado fisicamente, Mandela é o nome por trás da escolha de um país africano como sede da Copa. E esta escolha representa o ponto final na unificação dos povos. O apartheid acabou de verdade hoje, quando a África do Sul mostrou para todos que é um País igual a todos.com problemas financeiros, sociais e etc. Não muito diferente do Brasil, por exemplo.

Hoje começa mais do que uma Copa do Mundo, começa “A” Copa do Mundo. Tudo por causa de Mandela, por Tutu, pelo povo sul-africano independente de sua cor e pelo poder do futebol. O esporte agregador de raças, religiões, idades.

Esta Copa representa muito para os africanos em geral. E para o resto do mundo como exemplo de superação. Louvado sejam os deuses do futebol. Esta Copa já é um sucesso antes mesmo da bola rolar.

Parabéns ao continente africano, parabéns Mandela e parabéns FIFA pela iniciativa

E prepare seus ouvidos as chatas vuvuzelas não pararam de ecoar...